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Atualizado: 23 de fev. de 2023

Esse é o tema da Campanha de Missões Mundiais de 2023. A Missão foi dada pelo Senhor Jesus Cristo a sua igreja, representada naquele ato pelos seus discípulos quando disse: “Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-lhes a obedecer a todas as coisas que vos ordenei; e eu estou convosco todos os dias, até o final dos tempos”. Já se passaram mais de 2020 anos que essa missão foi dada a igreja. Desde então, a igreja tem levado a sério e avançado no cumprimento desta missão. É bem verdade que grandes coisas já foram realizadas ao longo de todos esses anos. A igreja que começou a missão em Jerusalém, prosseguiu pela Judeia, Samaria, Ásia, Europa e expandiu em todos os continentes. Segundo a publicação Global Status of Evangelical Christianity (GSEC), emitida pela International Mission Board – IMB, de março de 2020, há 11.729 grupos étnicos identificados no mundo, o que equivale uma população de 7,6 bilhões de pessoas. Ao analisar o objetivo de Missões Mundiais, é possível verificar que há 7.076 povos étnicos identificados como Povos Não Alcançados (PNAs), que representam uma população de 4,5 bilhões de pessoas, ou seja, os PNAs somam 60,32% dos grupos étnicos identificados no mundo, e 59,21% da população referente a esses grupos. As Igrejas Batistas Brasileiras, através de Missões Mundiais, estão presentes em 40,67% dos 230 países e territórios identificados pelo GSEC. Nesses países onde Missões Mundiais atua, há 4.592 grupos étnicos identificados como PNAs. Desses, 17,29% não têm a Escritura Sagrada completa publicada; 26,98% não têm o “Filme Jesus” em sua língua; 66,09% não têm transmissão de rádio cristã; 54,09% não têm a Escritura Sagrada em áudio; 65,4% não têm filmes cristãos produzidos. Desses 4.590 PNAs, em 46,99% não há liberdade religiosa ou há liberdade religiosa parcial; em 82,19% há restrições governamentais consideradas moderadas, altas e muito altas; em 82,77% há hostilidades sociais ao Evangelho consideradas moderadas, altas e muito altas; 55,29% têm níveis de ameaça ao povo brasileiro onde é orientado pelo governo brasileiro a viajar com alto grau de cautela, evitar viagens não essenciais e não viajar ao país. A despeito de tudo isso, VAMOS COMPLETAR A MISSÃO!






 
 
 

Atualizado: 23 de fev. de 2023

É impressionante como a forma de Jesus chamar as pessoas a segui-lo é simples. Um convite singelo, sem estardalhaços. Filipe ouve apenas um “Siga-me!” E, como alguém que está com sede e aceita a oferta de um copo de água, ele segue Jesus. Descobre ser este aquele que as Escrituras anunciavam que viria. Não fica com essa descoberta para si. Quando encontra o primeiro amigo, Natanael, logo compartilha a novidade. Natanael, ao que tudo indica um bom moço, questiona a descoberta de Filipe, mas este não argumenta, não discute, apenas, como Jesus, convida: “Venha e veja!”. Quando olhamos a realidade atual, percebemos que a vida tem se tornado um tanto complicada.

Ao constuírmos uma casa, ou comprarmos um apartamento, a burocracia desanima qualquer um. Se precisarmos falar com alguma autoridade do governo, é difícil ter acesso. É preciso passar pelos assessores. Se recebemos o convite para ser testemunha em um casamento, até a cor e o estilho da roupa são exigidos por quem convida. Temos a tendência natural de complicar as coisas. O convite de Jesus continua sendo simples, como uma oferta de copo d’água. É uma proposta que matará nossa sede. Não apenas por alguns momentos, mas para sempre.

Simples, não? E a parte mais incrível desse convite é que, se o aceitarmos, fazemos uma grande descoberta. Quando Natanael aceitou o convite de Filipe, descobriu que, antes de ver Jesus, já tinha sido visto por ele. O que isso significa? Jesus nunca será um conhecido qualquer, mas é aquele que nos conhece melhor que nós mesmos. Jesus é aquele que descomplica a nossa vida. Que tal conhecer melhor aquele que já conhece e também ama você de forma incondicional?



Pr. Joeito dos Santos


 
 
 

“...louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvo” (Atos. 2:47).


Muito tem se falado nestes últimos dias sobre igreja relevante. E na medida em que a gente ouve sobre isso, a pergunta inevitável é: Sua igreja é relevante? Essa pergunta causa um certo desconforto porque a impressão que se tem é que a grande maioria das igrejas são irrelevantes. Talvez seja esse o motivo pelo qual muitos não se interessam pela igreja enquanto outros vão perdendo gradativamente o seu interesse por ela. Mas, afinal o que é uma igreja relevante? Como podemos reconhecer que uma igreja de fato é relevante? Essas são pelo menos duas perguntas preliminares pra gente refletir.

De acordo com alguns expoentes do assunto, uma igreja relevante é aquela que justifica a sua existência no lugar onde ela está inserida. Isto significa que ela desempenha de maneira satisfatória o seu papel como agência do reino de Deus, atendendo as necessidades dos de dentro e influenciando a comunidade em seu entorno. O conceito de relevância é determinado e reconhecido pelas pessoas do bairro que observa e acompanha as ações promovidas na igreja e através dela.

Uma igreja relevante é conhecida na cidade, no bairro e na região por sua presença direta e indireta na comunidade local. Não é uma igreja que espera que as pessoas venham conhecê-la, mas que se torna conhecida por aquilo que ela realiza. Assim, o que de fato estamos realizando que nos torna conhecido onde estamos?

Pr. Joeito dos Santos





 
 
 

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