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“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e de todas as forças... Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mc. 12:30,31).

Todos nós fomos criados por Deus com uma capacidade extraordinária de expressarmos emoções e sentimentos. Você já parou para pensar como isso faz bem ao nosso coração? Os seres humanos foram criados para viverem agregados uns aos outros. Para isso, eles precisam desenvolver relacionamentos saudáveis. É através do relacionamento que conseguimos demonstrar afeição e amor. O texto acima mostra essa importância de expressarmos esse sentimento com o qual fomos dotados pelo Criador. Fomos capacitados por Ele para amar pessoas e não coisas ou objetos. O amor é algo precisa ser compartilhado e ao mesmo tempo correspondido. Nós não somos máquinas, robôs ou avatar. Somos gente, pessoas e humanos capazes de nos relacionarmos e interagirmos uns com os outros em amor. O texto mostra ainda a ordem correta sobre a quem devemos amar: Deus – o próximo - a si mesmo. E para que isso de fato aconteça a palavra chave é CONHECIMENTO. Dificilmente você será capaz de amar um desconhecido. Alguém que você não conhece ou alguém com quem você não se relaciona. Assim, para amar a Deus você precisa de duas coisas: Conhecer a Deus e ter um relacionamento com ele. Sem essas duas coisas será muito difícil amar a Deus como Ele realmente espera que isso aconteça. Da mesma forma será com o nosso próximo! O próximo é o seu cônjuge, familiares, amigos, conhecidos e outros. A condição é a mesma. Mas, observe que o texto diz também que devemos amar a “si mesmo”. Estamos falando aqui do amor próprio. Amar a si mesmo é você gostar de você. Aceitar-se do jeito que você é. É você estar feliz e satisfeito consigo mesmo. E assim, podemos amar a Deus e ao próximo conforme o Senhor determina em sua Palavra. [Pr. Joelito Santos]




 
 
 

“Eu estarei com você, respondeu o Senhor, e você derrotará todos os midianitas como se fossem um só homem” (Jz. 6:16).

Tanto o complexo de superioridade como de inferioridade são prejudiciais na vida de uma pessoa: ou ela pensa ser o máximo ou se acha tão pequena que chega à conclusão de que não serve para nada. Gideão foi convocado por Deus para uma missão especial: libertar o povo de Israel da opressão dos midianitas, mas ele disse que não poderia cumpri-la porque sua família era menos importante (mais pobre) da tribo de Manassés, e dentro dela ele era o menor (o mais insignificante). Ele demonstrou não aceitar a si mesmo e possuir certo complexo de inferioridade. Quando Deus separa alguém para fazer algo, ele não coloca como empecilho se tal pessoa tem algum complexo, se sua família é importante ou não ou se é rica ou pobre. Da mesma forma que prometeu a Gideão temos a certeza de que ele estará conosco – quer tenhamos uma missão especial ou não. E assim uso uma frase que já ouvi: “Deus e eu somos maioria”. Quando ele dá uma tarefa a seus servos, também os capacita, acompanha-os faz com que ela seja bem-sucedida. Portanto, se você pensa ser inferior e não se sente capaz de realizar algo, entregue a sua vida a Deus, deixe-o fazer a sua obra em você e por meio de você, e veja tudo quanto Deus fará. Após o argumento inicial, Gideão colocou-se nas mãos de Deus para ser usado por ele e assim aconteceu (os capítulos 6, 7 e 8 de Juízes relatam a história deste personagem bíblico – confira!) Infelizmente, no final de sua vida deixou-se dominar pelo orgulho. Se você se considera superior aos outros, humilhe-se diante de Deus. Ele lhe mostrará que todos são iguais, em importância e capacidade. Se ele lhe der uma tarefa simples e que não será vista pelos outros, faça-a com dedicação. É maravilhoso saber que Deus não faz distinção entre as pessoas e as usa conforme a sua vontade.

[Pão Diário]




 
 
 
  • Foto do escritor: PIBSA
    PIBSA
  • 19 de set. de 2023
  • 2 min de leitura

“Vocês serão meus amigos, se fizerem o que eu vos ordeno...eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes tornei conhecido” (Jo. 15:14,15).


Quando penamos na pessoa de Jesus, é fácil formar uma imagem distorcida dele. Sua grande sabedoria e os milagres que ele fez ressaltam a sua divindade, de forma que para nós é difícil imaginá-lo como um ser humano sujeito a dores, tristezas, fome cansaço, tentações e as mais diversas emoções que nós também sentimos. O relato do capítulo 11 de João, do qual destacamos o texto acima, mostra uma faceta bem humana de Jesus: seu amor pelos amigos e a empatia com a dor deles. Ao chegar em Betânia e encontrá-los enlutados por causa da morte de Lázaro, Jesus também ficou muito comovido e até chorou. Ele identificou-se com seus amigos e sua tristeza. Ele, que tinha todo o poder de Deus à sua disposição, não se limitou a “resolver o problema” devolvendo a vida ao falecido, mas mostrou que realmente se importava com o que estavam passando. Felizmente, a amizade de Jesus não estava reservada apenas às pessoas que conviveram com ele. Para ser amigo dele não é preciso ser talentoso nem popular, ter bens materiais ou qualquer outra vantagem, nem saber conversar e ter assuntos interessantes. Não é isso que Jesus procura em seus amigos. O único requisito é obedecer aos seus ensinos (veja o texto acima). A amizade que ele oferece em troca disso é inigualável: ele se alegra com os que se alegram, chora com os que choram, tem compaixão das nossas fraquezas por ter passado as mesmas tentações que nós e pode nos ajudar nas dificuldades. Não há amigo que seja melhor do que ele. Se você já é amigo de Jesus, então já experimentou a presença e o apoio dele ao seu lado e com certeza não vai querer abrir mão disso. Se você ainda não é amigo de Jesus, saiba de uma coisa: ele já se importa com você e está só esperando você se voltar para ele e pedir a sua amizade. Experimente!




 
 
 

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