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“E eles perseveravam no ensino dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. (Atos 2:42)

O capítulo 2 do livro de Atos dos Apóstolos descreve alguns fatos que marcaram o início da igreja primitiva no primeiro século. Lemos sobre o derramamento do Espírito Santo no Dia de Pentecostes e o cumprimento da promessa feita por Deus em Joel 2:28,29. Lemos sobre o poderoso sermão de Pedro que resultou na conversão e batismo de quase três mil pessoas num só dia. E, na sequência, podemos observar como foi esse início da igreja cristã, bem como o relacionamento e o cuidado que havia entre eles. Podemos destacar quatro elementos básicos que sobressaiam naquela igreja recém-inaugurada e como era o dia-dia daqueles irmãos. Primeiro - a perseverança no ensino e aprendizado. Havia abertura e disposição para aprenderem sobre as principais doutrinas da fé cristã. Segundo - eles evidenciavam uma genuína comunhão. Conseguiam superar todas as dificuldades juntos, ajudando uns aos outros. Terceiro - no partir do pão. Uma clara alusão em memória ao pão vivo que desceu do céu, e ao pão da vida, uma referência ao próprio Cristo (Jo. 6:51), que nutre a sustenta a nossa espiritualidade e o nosso relacionamento com Deus. Quarto - as orações. Orações pessoais, individuais e coletivas quando na companhia de outros num ambiente congregacional. Esses elementos fortalecia a comunhão cristã. Esse estilo de vida cristã propiciava um ambiente fraternal onde as pessoas desfrutavam de paz, harmonia e segurança. A comunhão cristã é um resultado visível do amor fraternal. Pessoas que verdadeiramente se amam vivem em comunhão. Não tem qualquer dificuldade de aceitar o outro e conviver harmoniosamente com ela em comunidade. Comunhão na diversidade! Isto é inspirativo e encorajador. Que possamos viver e preservar a comunhão cristã na igreja de Jesus. [Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

“O meio nos influencia, mas somos os responsáveis por nossos atos”.

Dentre os mais diversos tipos de poderes existentes que permeiam o ambiente social, quero destacar para a nossa reflexão de hoje, o Poder da Influência. Podemos definir influência como sendo, a ação que alguém ou algo tem sobre outra pessoa, ou seja, o poder, o controle ou a autoridade. Quando se diz que determinada pessoa é uma influência para as demais, significa que serve de modelo ou que exerce interferência sobre o modo de agir ou de pensar das outras pessoas, por exemplo. Em termos práticos, as pessoas geralmente são influenciadas pela linguagem, ideias, opiniões, carisma, eloquência, habilidades, persuasão e bom humor. A influência tanto pode ser negativa quanto positiva, dependendo tão somente de para onde ela nos leva e os resultados que ela produz. Há pessoas que são habilidosas na arte de influenciar. Geralmente artistas, cantores, atletas, professores, palestrantes e políticos são pessoas com um alto poder de persuasão e de influência. Se você tivesse que escolher pelo menos cinco pessoas que influencia você de alguma maneira, quais seriam essas pessoas? De que maneira elas influenciam a sua vida? Permita-me lhe fazer ainda uma outra pergunta: Quantas pessoas você consegue influenciar com o seu jeito de ser e de se relacionar com elas? Você sabia que isso tem muito a ver com o evangelho e com a vida cristã? É importante entendermos que eu e você só temos duas opções: Ou influenciamos, ou seremos influenciados! Cabe-nos tão somente decidir o que de fato desejamos. Deus nos capacita com personalidade, habilidades, dons e talentos. E sua graça é abundante em nossa vida para sermos e fazermos diferença na vida das pessoas. O poder da influência é uma das ferramentas que está disponível a todos nós. Que Deus use a sua vida! Seja influente onde você estiver! [Pr. Joelito Santos]




 
 
 

“Bendirei o Senhor em todo o tempo; seu louvor estará sempre nos meus lábios”

(Salmos 34:1).

A razão pela qual nós cantamos e louvamos ao Senhor, é porque Ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor. A Bíblia diz que “

Cantar louvando ao Senhor é um privilégio dos Salvos por Jesus. Razão porque uma das maiores alegrias do crente é cantar. Não dá para pensarmos num culto sem música. É impossível alguém ser crente sem louvar ao Senhor. E na vida cristã aprendemos a cantar sempre, a cantar no nascimento e na morte, na alegria e na tristeza, na chegada e na despedida, ao amanhecer e ao anoitecer. Cantamos em todas as circunstâncias. Tinha razão o salmista ao declarar: “Bendirei ao Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre em meus lábios” (Sl. 34:1). Nunca em nossas igrejas houve tanto espaço para os cânticos e tanto entusiasmo em cantá-los quanto na atualidade. O louvor é muito importante na vida do cristão. Quem ama a Deus quer louvá-lo. O louvor é sinal que reconhecemos as maravilhas de Deus e estamos gratos. Através do louvor, nossa fé é fortalecida, somos consolados e ficamos mais alegres, porque lembramos do poder e do amor de nosso Deus. Temos muitas razões para louvar a Deus. Ele nos criou com amor e carinho. Ele nos dá vida, nos protege e nos sustenta. Deus nos ama e não nos abandona na dificuldade, mas está sempre do nosso lado para nos ajudar a crescer e superar as dificuldades. O louvor precisa ocupar a nossa mente e o nosso coração. Precisamos estar cheios do louvor para que possamos louvar e bendizer o Senhor em todo o tempo. Se isto não acontecer, com certeza a nossa mente e o nosso coração será ocupado por outras canções que não bendizem o Senhor, nem glorificam o seu Santo nome. Nunca se esqueça de que fomos criados para o louvor da sua glória. [Pr. Joelito Santos]




 
 
 

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