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Quero iniciar esta reflexão citando A.W.Tozer que disse: “Adoração não é a música que você canta, é a vida que você leva quando a música para de tocar”. Há quem acredita que adoração é o louvor ou a música que cantamos no culto, que basta cantarmos e com isso estamos adorando ao Senhor, quando, na verdade, a música é um meio, ou seja, uma das formas de expressarmos a nossa adoração a Deus. Precisamos considerar o antes, o durante, e o depois da música, e do louvor. Leva-se um tempo para entendermos e aprendermos que a vida do adorador deve ser uma vida de adoração. O adorador entende que a adoração deve ser um estilo de vida e não simplesmente tocar ou entoar uma canção. No cântico “Jesus, Essência do Louvor” isso fica muito evidente, se não observe: “Quando o som se vai, tudo se desfaz. Eu me achego a Ti. Para dar-Te, oh Deus, algo de valor que alegre a Ti. Dar-Te-ei mais que uma canção, pois a música em si, não é o que queres de mim. Tu sondas meu interior. Sabes tudo o que sou e queres meu coração. Quero adorar-Te com minha alma. És o meu Salvador, a essência do meu louvor”. A vida do adorador precisa estar à altura daquilo que ele expressa através da música. Não pode haver desproporcionalidade entre a maneira como eu vivo ou as coisas que eu faço com o que eu ofereço a Deus através da música e do louvor. A vida do adorador deve ser exemplar em tudo. Em sua linguagem, comportamento, atitudes, ações e reações. A vida do adorador precisa ser agradável a Deus, não apenas a sua adoração. O louvor que agrada a Deus, não pode ser forçado nem fingido, mas espontâneo, tem que ser autêntico, deve ser feito por pessoas que tem suas vidas consagradas ao Senhor. Lembre-se do que Jesus afirmou: “Mas virá a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai no Espírito e em verdade; porque são esses os adoradores que o Pai procura” (Jo. 4:23).

Como está a sua vida adorador?

[Pr. Joelito dos Santos]





 
 
 

O coração é a sede das nossas emoções e dos nossos sentimentos. Nele reside todos os elementos que motivam as nossas ações. Chamamos isso de motivação. E o que motiva ou não as nossas ações são as coisas externas, bem como as internas que abrigamos não apenas em nossa mente, mas também em nosso coração. Jesus disse que “a boca fala do que o coração está cheio” (Mt.12:34). Se o coração estiver cheio de mágoas, amarguras e ressentimentos. Se o coração estiver cheio de inveja, ciúmes ou soberba, o que você acha que vai fluir desse coração? Em Lucas 6:45 lemos: “A pessoa boa tira o bem do depósito de coisas boas que tem no seu coração”. Isso significa que o nosso coração é um depósito onde armazenamos todo tipo de coisas. Cabe-nos, portanto, decidirmos quais são as coisas que iremos permitir e colocar dentro do nosso coração. Não basta gostar de música, de canções, é preciso ter um coração sadio, um coração purificado, para que possamos expressar uma verdadeira adoração. Jesus disse no sermão das bem-aventuranças: “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mt. 5:8). Há muitas coisas que tornam o nosso coração impuro e essas impurezas não somente contaminam o nosso coração, como também compromete a nossa adoração. O coração do adorador precisa ser guardado e protegido dessas coisas. É o que disse Salomão quando afirmou: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Pv. 4:23). Quando assim procedemos nos sentimos seguros para louvarmos o Deus Eterno conforme Davi expressou no Salmo 138 ao declarar: “Eu te louvarei, Senhor, de todo o meu coração; na presença dos deuses a ti cantarei louvores” (v, 1). O coração do adorador precisa estar preparado para fazer da adoração não simplesmente um momento no culto, mas sim, um estilo de vida. Nossa vida deve ser para Deus uma expressão diária de louvor e adoração. [Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

“Por essa razão, desde o dia em que o ouvimos, não deixamos de orar por vocês e de pedir que sejam cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, com toda a sabedoria e entendimento espiritual” (Col. 1:9).

Paulo fortalecia e animava as igrejas existentes, chamando os irmãos à responsabilidade de continuar perseverando e crescendo como uma comunidade cristã firme nos ensinamentos que recebia. Paulo sabia da importância da igreja na sua vida, mas entendia que suas orações também a sustentavam. Na carta aos colossenses, o apóstolo compartilha a alegria de ouvir que eles estavam firmes na fé e nos ensinamentos recebidos pelo seu cooperador Epafras, assumindo o compromisso de interceder por suas vidas em diversos aspectos. Esses aspectos envolviam compreensão espiritual, conduta digna, capacitação interior e o desenvolvimento de um sentimento de gratidão. Sempre que estiver orando pela sua igreja e por toda a Igreja de Cristo espalhada pela terra, use esse texto para o direcionar. E peça que os cristãos em todo o mundo sejam cheios do conhecimento da vontade de Deus, tenham sabedoria e entendimento espiritual em todas as situações. Ore para que cada cristão desfrute de uma vida frutífera, sempre crescendo na intimidade com o Pai. Ore também para que alcancem uma capacidade interior, sendo fortalecidos no poder do Altíssimo, de acordo com a força e glória disponibilizadas por ele, perseverando todos os dias para serem verdadeiramente pacientes e alegres. E, por fim, ore para que cada filho de Deus transborde em gratidão por saber que foi resgatado das trevas e transportado para o Reino do Filho amado, e porque ele nos tornou dignos de fazer parte de algo tão sublime. Direcionados por Deus e por sua Palavra, sempre oraremos de forma bíblica e eficaz por todos os nossos irmãos em Cristo Jesus.

[Extraído/Manancial]




 
 
 

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