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“Mas agora, sejam santos em tudo quanto fizerem tal como é santo o Senhor, que os convidou para serem seus filhos” (I Pedro 1:15 - NBV)


Quando o assunto é santidade, a impressão que se tem é que esse negócio nada tem a ver conosco. Nossa concepção de santidade está muito acima daquilo que podemos alcançar. Logo, isso é coisa de Deus e para os seres celestiais que habitam com ele no céu. Santidade se tornou algo um tanto pejorativo nos dias atuais. Quando alguém tem uma opinião um tanto quanto conservadora sobre determinadas questões, ou quando não concorda com determinadas práticas modernistas, logo ele é taxado de “santarão”. Mas, em pleno Século 21, num mundo cada vez mais plural e de constantes mudanças e contrastes, esse negócio de santidade ainda existe? É possível trazer isso para a nossa realidade atual? Mas, afinal, o que é santidade? O que significa ser santo? Como é possível ser santo e viver em santidade numa sociedade onde os valores éticos, morais e espirituais são descartados? É exatamente sobre isso que eu gostaria que você refletisse comigo hoje. Um dos grandes problemas que enfrentamos hoje é a superficialidade na prática da religião. Para muitos a religiosidade é até aceitável, desde que isso não interfira nas questões mais pessoais com o objetivo de mudar minhas opiniões sobre aquilo que eu penso, ou sobre aquilo que eu faço. Provavelmente seja esse o motivo pelo qual pouco se fala sobre o assunto e a razão de tanto desinteresse pela busca da santidade. Que sejamos desafiados pela palavra daquele que é Santo a vivermos uma vida de santidade, mesmo que isso signifique andar na contramão do mundo moderno. Que Deus abençõe sua vida. Que Deus abençõe o seu dia!!!

[Editorial nº 507 de 28/07/2019 – Escrito por: Pr. Joelito Santos]





 
 
 

“Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos”

(Ageu 1:7)


Olhando para a nossa história de vida, geralmente avançamos mais em momentos que paramos para refletir. Nos últimos anos, tenho me perguntado sobre o que é ser verdadeiramente um discípulo de Jesus e como deveria ser a minha vida em comunidade com os irmãos. Ao olhar para o Novo Testamento, tenho aprendido que adorar a Deus e tornar o seu nome conhecido deve ser o meu único propósito de vida. As demais coisas serão consequências de eu assumir de forma plena esse propósito. Da mesma forma que nossos avanços pessoais são fruto de momentos de reflexão, como igreja de Cristo também precisamos parar para considerar se estamos cumprindo o que Deus espera de nós. Por isso, um bom ponto de partida para nossa conversa é refletirmos no porquê de nossas ações. Parar e fazer perguntas-chave no decorrer da jornada é o primeiro passo para garantirmos que estamos avançando na direção certa. Você seria capaz de responder a essas perguntas: a)Por que precisamos retornar aos princípios e valores do Novo Testamento? b)Por que não podemos simplesmente permanecer como estamos? c)Por que precisamos refazer algumas perguntas básicas sobre a missão da igreja ou até mesmo sobre o que é ser igreja? Com certeza, essas são perguntas intrigantes que nem sempre gostamos de encarar. Elas exigem coragem para sujeitar a nossa visão à crítica e, mais ainda, para ajustarmos o nosso foco, se necessário. A pergunta “por que estamos realizando isto ou aquilo?” nos apresenta duas possibilidades: a renovação da confiança para perseverarmos no que estamos fazendo ou a oportunidade para corrigirmos o rumo na direção certa. A nossa vida e o nosso ministério não devem se limitar a um ciclo de repetições sem reflexão. É fundamental que compreendamos bem a razão do que estamos fazendo..

[Editorial nº 490 de 24/03/2019 – Escrito por: Pr. Joelito Santos]





 
 
 

“Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles estejam em nós” (João 17:21)


O capítulo 17 do evangelho de João é um dos textos mais fantástico do Novo Testamento. Ele é conhecido como “A oração Sacerdotal de Jesus”. Isto porque, Jesus é o nosso Sumo Sacerdote, conforme está escrito: “Portanto, tendo um grande sumo sacerdote, Jesus, o Filho de Deus, que entrou no céu, mantenhamos com firmeza nossa declaração pública de fé” (Hb. 4:14). O apóstolo João registrou com exclusividade esse momento singular, quando o Senhor Jesus abriu o seu coração ao Pai e fez uma das orações mais lindas registrada na íntegra para mostrar a intimidade que Jesus tinha com o Pai. Dentre tantas coisas preciosas que podemos observar nessa oração, destaco hoje para a nossa reflexão a unidade da igreja. Jesus orou, intercedeu, suplicou ao Pai, manifestando o desejo do seu coração de ver um povo unido, uma igreja unida, uma comunidade vivendo harmoniosamente em plena unidade, mesmo em meio a diversidade. Jesus sonhava com isso. Ele idealizou e orou com tamanha intensidade para que isso de fato acontecesse na vida da igreja. Nós somos a resposta de Deus a essa oração feita por Jesus. Ele nos colocou juntos para andarmos juntos, para servirmos juntos, para adorarmos juntos. Nossa grande responsabilidade é lutarmos juntos para preservarmos a unidade da igreja. E para isso, precisamos vigiar e estar atentos a qualquer coisa que possa ser usado pelo inimigo para quebrar ou até mesmo impedir que vivamos em unidade. Nenhum gesto, palavras, ações, reações ou atitudes da nossa parte devem ser usados por nós ou pelo inimigo para pôr em risco a unidade sonhada por Jesus para a sua igreja. Nenhum de nós devemos prestar esse desserviço ao Mestre. O nosso lema precisa ser: “No que depender de vós, vivei em paz com todos” (Rm. 12:18). Isso é viver em unidade.


[Editorial nº 508 de 04/08/2019 – Escrito por: Pr. Joelito Santos]




 
 
 

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