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“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus”.

(Filipenses 4:6)


Os filipenses tinham algum motivo para ficarem ansiosos? Tinham muitos, diríamos nós. Estavam sendo perseguidos pelos judaizantes, que os consideravam hereges, e pelo Império Romano, que os considerava traidores, por não adorarem o Imperador. Muitas vezes perdiam o emprego por causa da sua fé. Seu líder e mentor, o apóstolo Paulo, estava preso em Roma, aguardando julgamento.

Paulo, porém, orienta que eles “não andem ansiosos por coisa alguma”, mas que levem suas preocupações a Deus em oração, pedindo e agradecendo, mesmo antes de saber a resposta. É uma atitude de fé na vontade soberana de Deus.

A preocupação pelas coisas da vida pode levar a uma ansiedade patológica. Esse tipo de ansiedade é considerada a doença do nosso tempo. O corpo da pessoa ansiosa pode sofrer de arritimia cardíaca, vertigens, boca seca, dificuldades respiratórias, entre outros sintomas.

A mente fica repleta de pensamentos negativos. Ela pensa que o pior pode acontecer, mesmo não tendo evidências para isso, fraqueja na fé, não crê que Deus pode mudar a situação, e isso a angustia. Passa, então, a tentar resolver tudo sozinha.

Paulo mostra confiança na verdade de que Deus vai suprir todas as necessidades dos filipenses (4:19). Em Cristo Jesus há gloriosas riquezas. Não vai faltar suprimento. Não vai faltar providência, nem direção, nem consolo. Sabendo disso, podemos descansar no Senhor, lançando sobre ele nossa ansiedade. Deus nos supre tudo de que precisamos. Não há lugar para preocupação.

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

“Que os membros tenham igual cuidado de uns para com os outros”.

(1 Corítios 12:25)


A Igreja em Corinto era, sem sombra de dúvida a mais carismática de todas as igrejas mencionadas no Novo Testamento. Os dons manifestados pelo Espírito Santo eram abundantes. Porém, é inegável que ela era também a mais imatura e a mais complicada de todas as igrejas citadas no NT, o que deixa muito claro que manifestações carismáticas não são, definitivamente, sinais de espiritualidade. O que Paulo deseja nos ensiar no texto acima é que cada membro tem uma posição e uma função no corpo o que indica que cada membro é importante para o bom funcionamento do corpo. Ter o mesmo cuidado de uns para com os outros é demonstrar um interesse imparcial e igual pelo bem estar e ministério ou serviço de cada irmão baseado no reconhecimento e apreciação do fato de que cada irmão foi colocado no corpo pelo próprio Deus. O texto nos mostra que todos nós somos responsáveis em cuidar uns dos outros. E aqui eu entendo que trata-se de cuidar do bem estar pessoal, moral, social, relacional e espiritual, uns dos outros.

Paulo deixa claro que esse cuidado não é uma responsabilidade de uma só pessoa para com todos. Mas, sim, responsabilidade individual de cada um para com o outro. Isso significa que todos os membros interagem no corpo e cooperam uns com os outros para o bom funcionamento e desempenho do corpo. Diante disso, a pergunta: Quem cuida de quem? Você se preocupa em cuidar do outro, ou simplesmente espera ser cuidado e reclama quando isso não acontece? Essa interatividade precisa ser uma característica marcante dos membros do corpo de Cristo que é a sua igreja. E para isso, precisamos cuidadar de si para podermos cuidar de outros (1 Tm. 4:16).

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

“Este é o sacrifício da Páscoa do Senhor”.

(Êxodo 12:27)


Hoje é um dia muito especial no calendário religioso em todo o Brasil. Conhecido como ‘Domingo de Páscoa’. O que isso significa para você? Quais são os elementos que a representa? Por que comemorar a Páscoa? Como devemos celebrá-la? Estas são algumas perguntas que devemos fazer neste dia. A resposta para cada uma delas vai determinar não apenas o nosso conhecimento sobre o assunto, mas também o nosso nível de comprometimento ao celebrá-la. A Páscoa tem o seu lugar na história do povo de Israel. Especialmente durante o período que precedeu a saída do Egito sob a liderança de Moisés. Seus elementos tinha um significado tanto para aquele momento em que o povo vivia como escravos, como também o que aconteceria com o Cordeiro de Deus que seria enviado ao mundo para libertar a humanidade do jugo do pecado e suas consequências. A Páscoa cristã liga a ressurreição de Jesus a esta festa judaica pelo fato de Jesus ter ressuscitado exatamente no domingo em que o povo judeu comemorava essa festa anual. Assim, o domingo de Páscoa passou a ser uma comemoração da ressurreição do Senhor Jesus Cristo, sendo o próprio Jesus o elemento simbólico da Páscoa cristã. “Porque Cristo, nosso cordeiro da Páscoa, já foi sacrificado por nós” (1 Cor. 5:7). A melhor maneira de celebrar a Páscoa é proclamando o maior acontecimento da história, a ressurreição de Jesus Cristo e os seus resultados para os verdadeiros cristãos, ou seja, os seus seguidores. Somos abençoados pelo sacrifício do Cordeiro Pascal na cruz do Calvário, sendo libertos do domínio e da condenação do pecado para caminharmos rumo a Canaã celestial, lugar que está sendo preparado por Jesus para receber o povo da nova Aliança.

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

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