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Este século 21 tem sido marcado por grandes mudanças e transformações em todas as áreas. Temos acompanhado tudo isso através de todos os meios de comunicação. É inegável que tais mudanças têm afetado drasticamente o comportamento das pessoas e o seu modo de viver. Numa sociedade cada vez mais plural, onde se predomina as novas tendências ideológicas e comportamental, falar de santidade ou de santificação numa sociedade que aboliu princípios e valores éticos, morais e religiosos tem sido um grande desafio para a liderança e para a igreja. Uma grande maioria dos cristãos não tem priorizado a santificação como um estilo de vida. E como resultado disso, pouca ou quase nenhuma diferença há entre os que se dizem cristãos e os que não professam uma fé evangélica. Muitos dos gostos, prazeres e satisfação que tem sido procurado pelos não crentes ultimamente tem ganhado o coração de muitos evangélicos. Até mesmo algumas teses ideológicas contrárias aos princípios bíblicos têm sido defendidas por ambos. Diante disso, resta-nos perguntar: Santificação é possível hoje? Para responder tal pergunta é preciso fazer uma profunda e sincera consideração a luz da Palavra de Deus e procurar entender o que Deus nos diz sobre o assunto. O Deus Santo continua Santo, ele não mudou. O seu padrão de santidade estabelecido nas Sagradas Escrituras permanece inalterados. A sociedade mudou, o comportamento humano mudou, os valores morais, éticos e sociais mudaram. Mas, o Criador, o Deus Eterno e Santo não muda e não mudará. E aquele que deseja se relacionar com ele e viver uma vida que o agrade precisa trilhar o caminho da santificação. “Sem a santificação ninguém verá o Senhor” (Hb. 12:14). Acompanhe o desenvolvimento desse tema no decorrer desse bimestre. Vai ser sensacional. Acredite!

Pr. Joelito dos SantoS




 
 
 

“Visto que vocês têm confiado na sua própria força e nos seus muitos guerreiros, o fragor da batalha se levantará contra vocês (Os. 10:13,14).

Autoconfiança, força de vontade, garra para lutar e outras qualidades semelhantes costumam ser muito valorizadas pelo ser humano moderno. São comuns incentivos como: “Acredite em você mesmo!”, “Lute pelos seus sonhos (ou desejos)!”. Quando Jesus viveu aqui na terra, sua mensagem era diferente, e, por isso, continuamente contestada pelos mestres da lei em Israel. O orgulho destes religiosos estava no fato de serem capazes de cumprir uma série interminável de regrinhas, muitas delas de pouco valor. Ensinos como “felizes são os humildes, os que choram, os que são perseguidos por causa da justiça” decididamente não agradavam e não combinavam com a sua autoestima inflada. Confiar na própria força talvez funcione no esporte, na carreira intelectual, no trabalho ou nos estudos, mas na vida espiritual é preciso seguir o exemplo de Cristo. Ele poderia ter recorrido às suas próprias habilidades e poderes divinos para escapar da cruz, mas não o fez. Obedeceu à vontade de Deus, por mais difícil que fosse. A oração que ele nos ensinou é um exemplo da sua submissão ao Pai: até o alimento diário dependia de Deus. Por mais que fosse tentado a confiar em si mesmo e tomar decisões por conta própria, ele não cedeu. A leitura bíblica de Oséias 10:12-15 relata a situação horrorosa de quem não quis confiar na proteção do Senhor e preferiu os recursos humanos visíveis e palpáveis, pois isso aparentemente lhe garantia “controle” sobre a vida. Essas pessoas veriam que justamente aquilo que pensavam poder combater acabaria sendo a causa de sua derrota. Já abrir mão de nossa própria força e depender do Senhor nos fará ver o seu poder. Confiar nele é dar oportunidade para que ele se manifeste, e o seu jeito de resolver as coisas é sempre melhor que o nosso.[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

“Obedecei a vossos líderes, sendo-lhes submissos, pois eles estão cuidando de vós, como quem há de prestar contas; para que o façam com alegria e não gemendo, pois isso não vos seria útil” (Hb 13:17).

Hoje é comemorado em todo o Brasil, o Dia do Pastor. Uma homenagem em reconhecimento a vida, trabalho, dedicação, abnegação, liderança e pastoreio daquele que foi vocacionado e chamado por Deus para essa nobre tarefa de conduzir o rebanho de Deus. “Tende cuidado de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu pastores, para pastoreardes a igreja de Deus, que ele comprou com o próprio sangue” (Atos 20:28). Esse título é mencionado e atribuído ao líder espiritual da igreja em diversos textos do Novo Testamento. Paulo diz que “Os pastores (presbíteros) que governam bem devem ser dignos de honra em dobro, principalmente os que trabalham na pregação e no ensino” (1 Tm. 5:17). Observe o que o texto diz: “...os que trabalham na pregação e no ensino”. Infelizmente, nem todos os que fazem parte do rebanho, reconhecem as atividades pastorais como um trabalho. Os membros trabalham secularmente e seu trabalho é reconhecido, valorizado e assegurado. Porém, o trabalho de um pastor nem sempre é reconhecido e valorizado. Falta conhecimento bíblico sobre o ministério pastoral e suas implicações. Ser pastor hoje é uma das atividades mais difíceis a ser exercida. Mesmo assim, podemos afirmar como o Apóstolo Paulo: “Sou grato a Cristo Jesus, nosso Senhor, por me fortalecer e me considerar fiel, pondo-me no seu ministério” (1 Tm. 1:12). Como pastores, somos gratos ao Senhor, somos gratos a igreja, somos gratos ao rebanho do Senhor, por nos escolherem para esta nobre missão. Parabéns a todos os pastores batistas. Que o Supremo Pastor vos dê um dia alegre e abençoado, junto ao rebanho de Deus que é a igreja de Cristo Jesus.

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

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