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Fortalezas protegem contra os inimigos, mas também podem ser prisões ou, no mínimo, abrigos tão confortáveis que, mesmo não havendo perigo, a pessoa não deseja sair dela para conhecer novas terras e novas pessoas. No texto de 2 Coríntios 10:3-5, Paulo fala de fortalezas que nos impedem de conhecer a Deus. São pensamentos, argumentos e sentimentos que nos mantêm seguros, porém nos privam do privilégio de encontrar o Senhor. Um destes pensamentos é o argumento de que ele simplesmente não existe. Outro até admite sua existência, porém por ser tão soberano, está acima de tudo e de todos e parece muito distante de nós, pobres mortais. Outras dessas fortalezas é a falsa segurança produzida pelo sucesso pessoal e profissional e também pela tecnologia, tornando o homem autossuficiente, de forma que pense que não precisa mais de Deus. Conceitos inadequados sobre Deus também entram nesta lista, como por exemplo o do juiz que está sempre pronto a nos condenar pelos nossos pecados. Desde o livro de Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, Deus se revela buscando ter um relacionamento de amor com seus filhos. Assim, Abraão, Jacó, José, Moisés, Davi e muitos outros conheceram Deus como alguém com quem podiam contar e que caminhava com eles. No Novo Testamento, Jesus, o Filho de Deus encarnado, veio à terra e escolheu homens para estar com ele (Mc. 3:14). Estas fortalezas que construímos em nossas mentes não são fáceis de serem desconstruídas, e o próprio texto Bíblico diz que as armas que precisamos usar são espirituais. Somente quando nos aproximamos de Deus por meio de Jesus Cristo, da oração, do estudo da Palavra e da orientação do Espírito Santo estas fortalezas caem, de forma que podemos desfrutar deste maravilhoso relacionamento com Deus que, mesmo sendo tão grande, se importa e ama cada um de nós.

[Extraído]




 
 
 

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Eu não a dou como o mundo a dá” (João 14:27).


No texto acima do evangelho de João, Jesus fala de dois tipos de paz. A paz social e a paz interior. A aparente paz que o mundo dá e uma paz ilusória, temporária e passageira. Uma paz circunstancial! Que depende das circunstancias. Isso significa que a qualquer momento essa paz que até então havia, pode se transformar num grande conflito, numa disputa de força e poder. Por trás desta pseuda paz, esconde-se a ira, o ódio, a raiva, a vingança, o desejo de matar e de destruir. Essa é a paz que o mundo dá. A ausência de guerras ou conflitos. A paz que o mundo dá é insustentável! Não é uma paz permanente. É uma paz que hoje existe, mas que amanhã pode desaparecer. O outro tipo de paz, é a paz de Jesus! Ele diz: “A minha paz vos dou”. Observe que Jesus compartilha a paz. Ele faz isso porque ele tem uma profunda consciência de que a paz precisa ser compartilhada. Mas, para que isso de fato aconteça, é preciso ter essa compreensão de que primeiro eu experimento essa paz. A partir daí eu me convenço de que a paz reside em mim. E ciente de que eu a possuo, posso então compartilhá-la com outras pessoas. Paulo diz em Romanos 5:1 “Justificados pois pela fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. A verdadeira paz somente é possível através de Jesus. Devemos compartilhar a paz que uma vez foi compartilhada a nós por ele. E assim, viveremos em paz. E quando vivemos em paz, o mundo ao nosso redor experimentará a verdadeira paz. Meu irmão! Compartilhe como Jesus a paz que há dentro de você. [Pr. Joelito dos Santos]





 
 
 

Parece que nos acostumamos com o pecado a ponto de programar nossa confissão antes mesmo de pecar. Muitos tem perdido completamente o temor ao pecar. O pecado não deve fazer parte do estilo de vida do cristão mesmo cientes de que somos imperfeitos e que estamos sujeitos a pecarmos. É preciso reconhecer os nossos erros de maneira correta. Pecado é o amor a si mesmo e aos prazeres em detrimento de Deus e de sua vontade. O texto de Isaias 59:1-8 mostra que Deus está de braços abertos para nos receber, mas o nosso pecado constrói uma muralha que nos separa dele. Felizmente essa muralha não é intransponível: se reconhecermos esses pecados e os confessarmos, Deus os perdoa e remove (Sl. 32:5). Confessar os pecados com sinceridade prepara nosso coração para o encontro com o Senhor. O escritor Max Lucado diz: “A confissão faz para a alma o mesmo que o preparo da terra faz para a plantação. Antes de lançar as sementes, o agricultor trabalha a terra, removendo pedras e arrancando tocos. Ele sabe que a semente se desenvolverá melhor se a terra for preparada... a semente de Deus se desenvolverá melhor se o solo do coração estiver limpo”. Cuide de alimentar-se da Palavra de Deus e praticar os seus ensinos. Assim descobrirá a alegria do arrependimento em contraste com a prisão e falta de paz que o pecado causa. É preciso buscar a confissão sincera que vem de um coração arrependido. Não subestime o pecado! Ele é perigoso e pode arruinar a sua vida. Suas consequências afetam não somente a nossa vida, como também o nosso relacionamento com Deus. E, não duvide, ele pode determinar o seu destino por toda a eternidade. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I Jo. 1:9). Trate com seriedade o seu jeito de lidar com o pecado.

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

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