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Gostaria de refletir com você sobre o texto de 1 Timóteo 6:6. Esta carta do apóstolo Paulo aborda um problema que continua atual: o fato de algumas pessoas julgarem que a religiosidade, ou a espiritualidade, pode ser usada para lucros materiais. Outros há que acreditam que a vida cristã é perda de tempo. No entanto, o contrário é que é verdade, como li certa vez em um adesivo num vidro de automóvel: “Não ter tempo para Deus é pura perda de tempo”. O alvo do ser humano é a felicidade, muitas vezes a qualquer preço. Essa busca torna-se o objetivo máximo da vida, mas a constante procura só dá provas de que é impossível alcança-lo com nosso próprio esforço. Paulo aponta para o segredo do sucesso nessa busca: contentar-se na piedade cristã, que é devoção e amor a Deus. Fundamentar a felicidade nas riquezas materiais é perda de tempo e desperdício de recursos. Mais que isso: o v. 9 mostra que o desejo de ficar rico na verdade leva à ruína, pois a ambição torna a pessoa vulnerável a armadilhas e descontrole pessoal. Ao nascer, não temos nada. Precisamos de pouca coisa para viver, e mesmo isso é deixado para trás quando morremos. Por isso, não faz sentido concentrar a busca pela felicidade em coisas que são passageiras. É muito mais “lucrativo” cultivar a piedade cristã, que propícia verdadeira felicidade e contentamento. Jesus também ensinou isso ao conversar com seus discípulos sobre a preocupação e a ansiedade na vida diária (Mt. 6:25-34). Sua orientação foi: “Não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal” (v. 34). O segredo do contentamento está em buscar a Deus antes de qualquer outra coisa. Ele nos dá o que precisamos, e por isso podemos viver contentes e satisfeitos. Se você já encontrou a felicidade com Deus, então você sabe como isso é precioso. Se não, não deixe de conversar com Deus. Ele está pronto a ajudá-lo, sempre!

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

Todos nós temos um dia-dia agitado, cheio de atividades e tarefas a serem realizadas. Na verdade, são multitarefas que desempenhamos diariamente. E o nosso grande desafio é dar conta de todas elas e ainda assim, encontrarmos tempo para tantas outras coisas de que precisamos fazer, tais como, vida pessoal, família, lazer, entretenimento, atividade física, igreja, etc. Interessante como este mundo conectado é muito propenso para a distração do que quando no passado alguém, para escrever um texto, apenas precisava de uma caneta e um papel. Hoje, temos multitarefas e queremos fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Muitos ficam angustiados por não dar conta de fazer algumas atividades porque são muitas ou porque o tempo é gasto com outras tarefas. Porém, se fizermos uma de cada vez a possibilidade de que fique bem feita é maior. Quando dedicamos atenção a uma atividade, isso pode nos deixar mais tranquilos, fazer com que produzamos mais e até com que sobre tempo para realizar outras. As multitarefas também afetam a vida espiritual. Com tanta distração ao seu redor, fica mais difícil para o cristão se concentrar na leitura da Bíblia e a oração ou na pregação da Palavra de Deus. Creio que precisamos parar um pouco e priorizar o que é mais importante – o nosso relacionamento com Deus. Para isso, é necessário separar um tempo para nossa devoção a Deus e realizá-la com qualidade. No Salmo 119:89-96 o autor enfatiza a ajuda que recebeu de Deus por meio de sua Palavra, na qual tinha prazer. Siga seu exemplo, lendo e estudando a Bíblia, procurando nela as diretrizes divinas para a vida cristã. Separe também um tempo para orar, conversando com o Senhor sobre seu dia a dia, e adorar a Deus juntamente com outros cristãos. Não permita que outras tarefas atrapalhem seu relacionamento com Deus e permaneça sempre atento ao que ele lhe disser, pronto para obedecê-lo.

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb. 12:14). A santificação é o tema desse bimestre aqui em nossa igreja. É também o tema do nosso congresso que está encerrando hoje. Não dá pra falar de vida cristã sem considerar a importância da santificação. Ela é um processo que deve se desenvolver em nossa vida a partir da conversão. John Wesley disse: “A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão”. O sistema sócio-cultural-educacional implantado na sociedade desconstrói os princípios e valores éticos, morais e religiosos criando obstáculos à uma vida de santidade nestes últimos tempos. Santidade tem a ver com o nosso caráter cristão. E este, é forjado em nós através das verdades bíblicas. O próprio Jesus declarou em sua oração sacerdotal: “ Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (Jo. 17:17). Assim, perseguir a santificação é procurar viver e seguir de acordo com os ensinamentos de Jesus. Imitando o seu modo de viver! Quanto mais perto de Jesus andarmos, mais parecidos com ele seremos. Sua conduta, caráter, personalidade, postura e convicções, certamente influenciará a todos nós. Foi o que disse o Apóstolo Paulo: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Cor. 11;1). No texto acima o autor da carta aos hebreus deixa claro que a santificação é imprescindível para um verdadeiro cristão. É condição inegociável para se ter um relacionamento pessoal com o Senhor. Não tem como ter Jesus como Salvador e não o ter como Senhor da sua vida. O Senhorio de Jesus em nosso modo de viver refletirá a nossa santificação. Com quem somos mais parecidos? Com Jesus ou com o mundo? Quem nos influencia mais? Jesus ou o mundo? Fica aqui o desafio a todos de perseguirem a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor.

[Pr. Joelito dos Santos]




 
 
 

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